Sthefany Brito alfineta Virginia Fonseca em desabafo sobre corpo pós-parto

Sthefany Brito alfinetou Virginia Fonseca em extenso desabafo (foto: Reprodução)
Sthefany Brito alfinetou Virginia Fonseca em extenso desabafo (foto: Reprodução)
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Sthefany Brito usou as redes sociais para falar sobre pressão estética após a gravidez de Antonio Enrico. Depois de uma foto de Virginia Fonseca exibindo a barriga chapada dois meses após o nascimento da filha, Maria Alice, a atriz relatou como tem sido seu pós-parto e como as mulheres são julgadas o tempo todo.

“Mesmo não conhecendo a Virginia, eu não acredito que tenha a real noção da dificuldade e da realidade de 99% das mulheres em um parto. Digo isso por experiência própria. Eu sempre tive certeza que voltaria para o meu peso de antes da gestação rapidinho e fiquei paranoica quando eu vi que a minha realidade não era essa. E sempre pensava: ‘mas a fulana emagreceu’, ‘mas ela tem o mesmo biótipo que eu e voltou’. E aí vem o grande problema”, começou.

“Depois de muito tempo, descobri o que estava fazendo de errado. Estava querendo que um corpo que levou 9 meses gerando uma vida, crescendo e cedendo espaço para a coisinha mais importante desse universo, de repente voltasse para a estava zero e fosse base para a minha autoestima. Antes disso eu evitava me olhar no espelho, minha barriga então, coitada, calcinhas super apertadas. Me enganava cada vez que amarrava um casaco na cintura para disfarçar a barriga tão idolatrada e exibida, mas aprendi a ter empatia por mim, pelo meu corpo”, declarou.

Sthefany Brito relatou que aceitou não estar bem o tempo todo. “Depois de muito tempo, eu aceitei que tudo bem não estar bem o tempo todo e isso inclui não gostar do que eu vejo no espelho. Tá tudo bem meu filho ter oito meses e minha barriga parecer de quando eu estava grávida de quatro meses”, disse.

“O orgulho da barriga chapada em tão pouco tempo é resultado da pressão horrorosa e cruel que nós mulheres carregamos a vida inteira. Que tenhamos mais empatia com nossos corpos tão poderosos e resilientes e entender que a comparação é perigosa demais”, concluiu.

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